sábado, 11 de janeiro de 2014

UMA COISA QUE PARA MUITOS PARECIA IMPOSSIVEL.

 
PARA MUITOS PARECIA ATÉ IMPOSSIVEL O PREFEITO APARECER NO POVOADO DE MAGANA, E PARA A SUPRESA DE MUITOS O PREFEITO VEIO PARA UM SEMINARIO QUE ESTAVA ACONTECENDO NA SEDE DA A.P.P.R.M.P, PÔDE CONNHECER TODA ESTRUTURA QUE ASSOCIAÇÃO TEM.
E VER DE PERTO AS NECESSIDADES QUE A COMUNIDADE PRECISA FEZ ALGUMAS PROMESSAS DENTRE ELAS A TÃO SONHADA POR TODA COMUNIDADE A VOLTA DA BODEGANA A FESTA DO BODE DA MAGANA.





Umbuzeiro valorize o que é seu
O dito popular “Em casa de ferreiro,
espeto de pau” se aplica bem ao povo do
Nordeste brasileiro, pois na Caatinga existem
plantas que trazem enormes benefícios,
mas não são valorizadas como deveriam.
O umbuzeiro é uma delas. Essa árvore
floresce na seca, alimenta as abelhas e, quando
frutifica, faz a fartura tomar conta do sertão.
Com seus frutos, o sertanejo tem alimentação
para sua família e para seus animais,
além de poder vender uma parte da produção.
Dois meses depois do fim da safra, as folhas
começam a cair e os caprinos e ovinos se
alimentam delas. Por todas essas vantagens,
é preciso não só conservar os umbuzeiros
já existentes, mas também plantar outros.
Onde, como e quando
plantar umbuzeiro
O umbuzeiro pode ser plantado em
praticamente toda a Região Semi-Árida do
Nordeste brasileiro, pois ele se desenvolve
e produz bem nessa região nos mais variados
tipos de solos.
Recomenda-se o plantio em curva de
nível, cortando as águas, no sistema de
sulcos e camalhões, o que conserva a terra
e ajuda a armazenar a água da chuva.
Deve-se plantar no início das chuvas.
Para aproveitar melhor o terreno,
plante culturas anuais entre as linhas do
umbuzeiro: feijão-de-corda, guandu, sorgo
e outras. As covas devem ser quadradas –
com espaços de 8 metros entre fileiras e 6
metros entre plantas – com 2 palmos de
fundura por 2 palmos de largura, ou seja,
44 centímetros x 44 centímetros x 44 centímetros.
Como adubar
Se possível, use 250 gramas de superfosfato
simples, 80 gramas de cloreto de
potássio e 5 litros de húmus de minhoca ou
10 litros de esterco de curral (curtido) ou
composto, de acordo com a recomendação
do extensionista. Misture o adubo com a
terra retirada da parte de cima da cova e
coloque tudo na parte inferior dela. Se esses
adubos não estiverem disponíveis, use 20
litros de esterco de curral ou composto e
meio quilo de cinzas por cova. Recomenda-
se fazer uma bacia ao redor da cova para
guardar a água da chuva.
No título Adubação alternativa do ABC
da Agricultura Familiar, há orientações interessantes
sobre como produzir adubos
caseiros.
O plantio do umbuzeiro
não exige o desmatamento
da Caatinga
Dentro da Caatinga, o umbuzeiro se
desenvolve bem com outras plantas, o que
significa não haver necessidade de desmatamento
da área para seu plantio. 
 
POR LENILDO ARAUJO.


CONVITE
A Diocese de Pesqueira-PE e o Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor (CEDAPP) – Pesqueira - PE, juntamente com ONG’s, Cooperativas e Associações de Pequenos Produtores da Cadeia Produtiva da Caprinocultura e Bovinicultura Leiteira da Paraíba e Pernambuco, convidam parceiros e o público em geral para participar de um ATO PÚBLICO em prol ao PAA - Leite (cabra/vaca).

Dia: 16/01/2014 (quinta-feira).
Hora: 06:00 h (seis horas da manhã).
Local: BR 232. Km 204 (próximo ao IFPE, Campus – Pesqueira - PE, antiga Escola Técnica Federal).
Cidade: Pesqueira - PE.
Obs; Haverá distribuição de Leite de Cabra e Vaca para Famílias carentes.
Atenciosamente,
Pela Coordenação do Evento
Mauro de Freitas Valença - Tel. (Oi) 87.8805.1213 – (Tim) 87.9949.1659
e-mail: maurofvalenca@hotmail.com


Diocese de Pesqueira
Rua Cardeal Arcoverde, 23 – Centro Pesqueira - PE



INFORMATIVO
ATO PÚBLICO EM PROL DO PAA - LEITE CABRA E VACA
A Diocese de Pesqueira - PE e o Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor – CEDAPP, juntamente com ONG’s, Cooperativas e Associações de Pequenos Produtores Rurais da Agricultura Familiar com toda Cadeia Produtiva da Caprinocultura e Bovinocultura Leiteira da Paraíba e Pernambuco, estão promovendo este Ato Público, que tem como objetivo:
1. Apresentar proposta de Mudança no Programa de Aquisição de Alimentos – PAA – Leite (cabra-vaca) através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS do Governo Federal.
2. O referido programa encontra-se amplamente desabastecido e ameaçado em obediência à Resolução nº 16 – PAA Leite, que impõe um limite financeiro, hoje representado por R$ 4.000,00 (quatro mil reais) produtor/semestre.
3. A proposta atual equivale a 13 litros de leite/cabra dia e 19 litros de leite vaca/dia. Esta perversa Resolução desconsidera todos os investimentos e endividamentos que estes produtores tiveram para atender as exigências do Programa.
4. Muitos produtores já deixaram o Programa. A medida em que isso vai acontecendo, milhares de crianças, gestantes, nutrizes e idosos estão ficando sem o leite, alimento importante nessa região semiárida que atravessa uma das piores secas.
PROPOSTAS:
1. Que seja cumprida a determinação do próprio regulamento MDS – Diário Oficial da União do dia 29 do Novembro de 2013 que trata da produção no máximo de 150 (cento e cinquenta) litros de leite por dia, com
prioridade para os que produzem uma média de 50 (cinquenta) litros por dia.
2. Que seja eliminado o limite semestral de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) por produtor beneficiado.
“O BRASIL PRECISA EXPLORAR COM URGÊNCIA A SUA RIQUEZA - PORQUE A POBREZA NÃO AGÜENTA MAIS SER EXPLORADA”. (MAX NUNES)
Pesqueira-PE, 16 de janeiro de 2014.
Contatos:
- Paulo Fernando Muniz de Oliveira – CEDAPP – 87.3835.1849
- Mauro de Freitas Valença - Tel. (Oi) 87.8805.1213 – (Tim) 87.9949.1659
e-mail: maurofvalenca@hotmail.com

terça-feira, 7 de janeiro de 2014






A comunidade da Magana, através do seu presidente Israel Moura, procurou a prefeitura para a disponibilização de um carro pipa que iria sugar a água acumulada em uma barragem naquela comunidade com as últimas chuvas, a preocupação é que com a insolação e as altas temperaturas de verão haja uma evaporação privando os agricultores de utilizarem a água.
A direção da associação organizou um cadastro de pessoas que se proporam a  armazenar a água em suas cisternas e a prefeitura disponibilizou um carro pipa que está abastecendo as casas daquela comunidade.
Esta é uma ação integrada entre poder público e comunidade realizando ações para facilitar a vida do homem do campo.
 




Recebemos informação que havia um contaminação de cochonilha do carmim em palma resistente distribuída pelo governo, a informação é que em Logradouro do Costa, propriedade de Bastião Negrinho haveria cochonilha do carmim em palma distribuida como semente aos agricultores daquela localidade, em visita ao local Silvio José Tecnico do Ipa e Lenildo Secretário Executivo de agricultura de Santa Cruz do Capibaribe, localizaram a propriedade, porém, forma informados que naquela comunidade ninguem plantou palma resistente do tipo ipa sertania, orelha de elefante ou doce, conversamos com Alexsandro mais conhecido por NEM que falou das diversas plantações de palma infestadas da cochonilha, mas disse não ter conhecimento de palma resistente naquela comunidade.

Na propriedade citada foi encontrada uma pequena quantidade de palma infectada com a cochonilha do carmim, mas era palma redonda que é um pouco parecida com a palma orelha de elefante. Portanto a informação que haveria palma resistente contaminada com cochonilha foi desmentida.

A cochonilha do Carmim, Dactylopius opuntiae, é um inseto que se alimenta da seiva das plantas e além de sugar a planta, a cochonilha também pode introduzir vírus ou toxinas que deixam à planta amarela e murcha podendo destruir a palma forrageira dentro de poucos meses se não for combatida rapidamente.

A melhor forma de identificar a praga é verificando a presença de flocos brancos (colônias) nas raquetes da palma. Ao esmagar as colônias há a liberação de líquido avermelhado.

A Cochonilha do Carmim é uma praga quarentenária presente - A2 que está destruindo plantações nos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará. Em Pernambuco ocorre em 39 municípios.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Transposição das águas do Rio São Francisco começa a virar realidade para muita gente

A reportagem do Blog Merece Destaque esteve no Estado da Bahia para acompanhar de perto alguns pontos da transposição das águas do Rio São Francisco que virá para aliviar o sofrimento de vários nordestinos pelos efeitos da seca e falta de água.
O Blog esteve passando por várias cidades nos estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia, onde a maioria dos municípios sofreram muito com a seca que atingiu o Nordeste em 2013.
Na cidade de Paulo Afonso na Bahia, estivemos observando trechos do Rio São Francisco e fomos ao ponto de partida do Canal do Sertão alagoano, o qual já está transportando as águas do Velho Chico.
A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cuja extensão total é de 250 quilômetros.
O objetivo desta reportagem é mostrar que o abastecimento do Nordeste pelas águas do Rio São Francisco, pouco a pouco está se tornando realidade. De volta a Santa Cruz do Capibaribe nossa equipe pode observar que vários tubos estão chegando por aqui. Estes equipamentos serão usados para trazer as águas do São Francisco aqui para o Agreste pernambucano através da Adutora do Agreste o maior empreendimento hídrico da história em Pernambuco com um investimento previsto de R$ 2,3 bilhões.
Nosso intuito é mostrar aos santacruzenses que o sonho de receber águas através deste projeto está cada vez mais perto de tornar-se realidade.
A Adutora do Agreste deverá ser construída em três etapas. Na fase,  inicial serão implantados 118 km de tubulações de grande porte, de 1.200 mm de diâmetro, ao longo da BR-232. O prazo previsto para conclusão desta etapa é de 24 meses.
A segunda etapa deverá atender mais seis cidades. Somadas as duas etapas, serão 23 municípios atendidos, que absorverão um montante de R$ 1,375 bilhão.
No montante previsto para a realização da obra, que é de R$ 2,3 bilhões, está incluído o orçamento previsto de R$ 925 milhões para a terceira etapa, que irá contemplar mais 45 cidades. Santa Cruz do Capibaribe sonha com a chegada destas águas para aliviar o sofrimento de nossa gente e cabe a nós acompanhar o desfecho das obras e cobrar das autoridades que os prazos previstos sejam cumpridos.

Blog Merece Destaque